Quem está por detrás do projeto, de onde vem e porquê existe a Engenharia Financeira.
Engenheiro Biomédico e gestor na área de tecnologia, vive na Suíça desde 2022. Investidor há mais de 6 anos, criou a Engenharia Financeira para partilhar uma forma de investir mais consciente, estruturada e de longo prazo.
O projeto nasce da convicção de que qualquer pessoa pode tomar decisões financeiras melhores, sem depender de dicas quentes, sem perseguir modas e sem abrir mão do pensamento crítico.
Entrada no mercado por uma "dica quente". A lição foi cara e decisiva.
Mergulho em alocação estratégica, viéses comportamentais, macroeconomia, psicologia do investidor, value investing, growth...
Nova perspetiva sobre mercados, gestão de risco e preservação de capital.
Criação do projeto para partilhar método, rigor e clareza com outros investidores.
Uma trajetória marcada por erro, disciplina, estudo e uma decisão consciente de só investir com convicção.
Como acontece com muita gente no início, tudo começou com uma "dica quente". O ativo foi comprado sem o devido questionamento e, pouco depois, desabou. Esse episódio tornou-se um ponto de inflexão.
Foi ali que nasceu uma promessa: nunca mais investir sem realmente compreender o que estava a fazer.
Para levar essa promessa a sério, foi preciso abrir mão de distrações e dedicar mais energia aos estudos. A construção de conhecimento não veio por acaso, mas por escolha.
Disciplina antes de resultado: uma das decisões mais importantes dessa caminhada foi trocar impulso por preparação.
O passo seguinte foi mergulhar no estudo de temas centrais para um investidor mais completo:
Hoje, a experiência combina formação técnica em Engenharia Biomédica, atuação como gestor de TI na Suíça e uma filosofia de investimento baseada em estudo, estrutura e consistência.
A Engenharia Financeira nasce dessa combinação: pensamento analítico, visão prática e compromisso em partilhar um caminho mais claro com outras pessoas.
Viver num dos ecossistemas financeiros mais exigentes do mundo mudou a forma de pensar sobre gestão de risco e preservação de capital. A distância do ruído do mercado brasileiro, com menos FOMO, menos urgência e mais frieza analítica, tornou-se uma vantagem real na construção de convicção de longo prazo.
Não faço day trade, não persigo momentum e não sigo dicas. A minha carteira é construída para durar, baseada em fundamentos, alocação consciente, diversificação e paciência.
Uma parte da carteira está exposta a mercados globais via ETFs diversificados.
Uma parte está em empresas individuais escolhidas por vantagem competitiva duradoura e preço racional face ao valor.
Horizonte de 10+ anos. Volatilidade de curto prazo não é risco, é oportunidade ou simplesmente ruído a ignorar.
Diversificação geográfica e setorial, posições dimensionadas, sem alavancagem. Preservar o capital é tão importante quanto fazê-lo crescer.
Uma base construída para pensar investimentos com rigor, equilíbrio e profundidade.
Desenho de portfólios para horizontes de 10+ anos, com foco em consistência e custo de oportunidade.
Construir carteiras equilibradas que resistem melhor a diferentes ciclos económicos.
Entender como viéses cognitivos e emoções influenciam decisões, e como mitigá-los com estrutura.
Usar fundamentos macroeconómicos para interpretar contextos e tomar decisões mais informadas.
Identificar empresas com alto potencial de crescimento e vantagem competitiva sustentável.
Comprar bons ativos abaixo do valor intrínseco, com foco em margem de segurança e racionalidade.
Ajudar pessoas a atingirem a liberdade financeira e a organizarem-se melhor — sem jargões, sem complicações e sem depender de promessas fáceis.
Investir melhor começa quando deixamos de procurar atalhos e passamos a construir entendimento. — Felipe Carvalho, Engenharia Financeira